Corpo docente de Engenharia de Produção

Adriano Henrique de Oliveira Aragão
Cargo: Professor Contratado
Linha de Pesquisa: Ôtica Quântica
Currículo Lattes: http://lattes.cnpq.br/2363908938796685

Alexandre Yasuda Miguelote
Cargo: Professor Contratado
Linha de Pesquisa: Econofísica.
Currículo Lattes: http://lattes.cnpq.br/65543408792849644

Dario Nepomucemo da Silva Neto
Cargo: Professor Adjunto
Linha de Pesquisa: Fotometria
Currículo Lattes: http://lattes.cnpq.br/4256219539949192

Gisele Duarte Caboclo
Cargo: Professor Contratado
Linha de Pesquisa: Filmes Finos, Resistência de Materiais e Semicondutores

Helton Luiz Alves Costa
Cargo: Professor Contratado
Linha de Pesquisa:
Currículo Lattes: http://lattes.cnpq.br/2323343545159287

Lúcia Helena Coutinho
Cargo: Professor Adjunto
Linha de Pesquisa: Estudos de Fragmentação Molecular
Currículo Lattes: http://lattes.cnpq.br/5833751980828164

Luiz Cláudio de Souza Monteiro
Cargo: Professor Contratado
Linha de Pesquisa:
 Roberto Antonio Roco Antunes
Cargo: Professor Contratado
Linha de Pesquisa: Tratamentos Térmicos e Conformação Mecânica

Rodrigo Ribeiro Coutinho
Cargo: Professor Contratado
Linha de Pesquisa:

Vicente Agustin Atoche Espinoza
Cargo: Professor Contratado
Linha de Pesquisa: Nanotecnologia
Currículo Lattes: http://lattes.cnpq.br/8909775583077777

Análise de SWOT

A aplicação da análise Swot permite sistematizar todas as informações disponíveis e obter uma leitura transparente do ”campo de batalha”, de modo a poder tomar uma decisão balanceada.
SWOT é uma sigla que indica a primeira letra das palavras Strenghts, Weaknesses, Opportunities e Threats (Pontos fortes, Pontos fracos, Oportunidades e Ameaças) e é uma definição das fraquezas e fortalezas de uma empresa, bem como as oportunidades e ameaças inseridos em seu ambiente.
Seguem alguns exemplos de assuntos para a aplicação da análise SWOT:
  •  A empresa (sua posição no mercado, viabilidade comercial, etc...)
  •  Um método de distribuição
  • Uma marca ou produto
  • Uma idéia de negócio
  • Estratégias para penetrar em um novo mercado ou o lançamento de um novo
    produto
  • Uma oportunidade de expansão do negócio
  • A escolha de um parceiro potencial
  • A escolha de um fornecedor
  • Uma estimativa de oportunidades de investimento.
Um Swot clássico se parece com uma tabela feita de células onde se elencam os pontos fortes e fracos, bem como as oportunidades e ameaças.




Pontos FortesOportunidades
Pontos FracosAmeaças



Isto pode parecer fácil – completa-se a tabela e a análise SWOT está pronta. Mas os pontos fortes e fracos, as oportunidades e as ameaças podem se acumular tanto a ponto de não conseguirmos distinguir qual deles tem uma maior ou menor importância. É nestes casos que a técnica de Mapas Mentais pode trazer uma vantagem interessante. Uma representação visual da informação pode facilitar o processo de entendimento permite alocar os pontos e idéias mais importantes, resultando em uma análise.A comparação entre pontos fortes e fracos junto com as oportunidades de mercado e ameaças lhe permitirá responder as seguintes questões:

1. Como posso tirar vantagem das novas oportunidades, utilizando meus pontos fortes?
2. Quais pontos Fracos posso melhorar?

3. Com quais pontos fortes é possível neutralizar as ameaças?4. Quais ameaças, aliadas às fraquezas, preciso temer mais?

Respostas a estas idéias, bem como novas idéias e planos que apareçam durante o seu trabalho podem ser incluídas nos sub tópicos. Então, qualquer detalhe importante, idéia ou perspectiva não escapará à sua atenção.

Perguntas frequentes

Para maior esclarecimento sobre o curso de Engenharia de Produção, abaixo algumas perguntas frequentes para sanar as principais dúvidas:

Qual a diferença entre Engenharia de Produção e Administração de empresas?

A Engenharia de Produção tem conteúdo tecnológico, isto é, o aluno cursa as disciplinas básicas de matemática, física e química, complementadas por um conjunto de matérias de engenharia, tais como materiais, desenho técnico, eletrotécnica, análise estrutural etc.
É claro que a profundidade em que o aluno estuda essas matérias técnicas é menor que a dos seus colegas da Engenharia Elétrica, Mecânica, etc. Ambas as carreiras têm matérias sobre administração, finanças, contabilidade e economia. Na Engenharia de Produção essas matérias estão mais voltadas para a realidade industrial.

O curso de Engenharia de Produção não é muito superficial?

Não. O engenheiro de produção é um profissional que consegue enxergar os problemas de forma global, não fragmentada. Este é um perfil diferenciado e muito importante para as organizações. Ele conhece os diversos problemas industriais e as tecnologias que são necessárias para resolvê-los, mas nem sempre é a pessoa que irá se concentrar no detalhe da resolução.

Então, o engenheiro de produção depende sempre de outros profissionais para resolver os problemas?

Somente para os problemas tecnológicos mais complexos. Nem todas as empresas são do tamanho da Petrobras, pelo contrário, a maioria das empresas é de médio e pequeno porte, de forma que muitas delas têm problemas tecnológicos de baixa complexidade perfeitamente resolúveis por um engenheiro de produção.

Qual é então a área específica de conhecimento de um engenheiro de produção?

O engenheiro de produção tem como área específica de conhecimento os métodos gerenciais, a implantação de sistemas informatizados para a gerência de empresas, o uso de métodos para melhoria da eficiência das empresas e a utilização de sistemas de controle dos processos da empresa. Tudo o que se refere às atividades básicas de uma empresa tais como planejar as compras, planejar e programar a produção e planejar e programar a distribuição dos produtos faz parte das atribuições típicas do engenheiro de produção. É por isso que o engenheiro de produção pode trabalhar praticamente em qualquer tipo de organização.

Em que setores da economia trabalha um engenheiro de produção?

Em vários setores, tais como:
  • indústria alimentícia, moveleira, automobilística, metalúrgica, de plásticos, equipamentos, etc., enfim setores que fabricam algum tipo de produto;
  • empresas de serviços, tais como: empresas de transporte, construção, atacados, consultoria em qualidade, hospitais, consultoria em geral, etc.;
  • órgãos e empresas públicas, tais como: Correios, Petrobras, Agência Nacional de Energia, Agência Nacional de Petróleo, BNDEs, etc.;
  • empresas privadas de petróleo, usinas de açúcar, empresas de telefonia, agroindústrias, indústrias de alimentos, bancos (parte operacional), seguradoras e fundos de pensão;
  • bancos de investimento (na análise de investimentos).
O que faz um engenheiro de produção?

Ele pode trabalhar em diversas áreas da empresa:
  • área de operações: execução da distribuição dos produtos, controle de suprimentos;
  • área de planejamento: estratégico, produtivo, financeiro;
  • área financeira: controle financeiro, controle dos custos, análise de investimentos;
  • área de logística: planejamento da produção e da distribuição de produtos;
  • área de marketing: planejamento do produto, mercados a serem atendidos;
Como está o mercado para os engenheiros de produção?

O mercado de Engenharia de Produção oferece ótima empregabilidade, tanto na região do Vale do Taquari como na maioria das regiões do país. Os engenheiros de produção vêm conseguindo boas colocações no mercado principalmente em função do seu perfil, que coincide com a demanda atual: um profissional com formação científica e com visão geral suficiente para visualizar os problemas de maneira global.

Diagrama em espinha de peixe


Objetivo: Determinar todas as causas possíveis de um problema para obter as causas mais prováveis do mesmo.

     O diagrama Causa-Efeito,é também chamado de diagrama Ishikawa, por ter sido inventado por um Japonês com este nome.

     Também é conhecido como diagrama de Espinha de Peixe, devido à sua forma depois de construído.

     Este diagrama é representado por uma figura formada por diferentes linhas e retângulos que servem para representar de uma forma organizada as relações entre um efeito observado e as suas possíveis causas.

Componentes:


1- Cabeçalho: Titulo, data, autor {ou grupo de trabalho).
2- Efeito: Contém o indicador de qualidade e o enunciado do projeto (problema). É escrito no lado direito, desenhado no meio da folha.
3- Eixo central: Urna flecha horizontal, desenhada de forma a apontar para o efeito. Usualmente desenhada no meio da folha.
4- Categoria: representa os principais grupos de fatores relacionados com efeito. As flechas são desenhadas inclinadas, as pontas convergindo para o eixo central.
5- Causa: Causa potencial, dentro de urna categoria que pode contribuir com o efeito As flechas são desenhadas em linhas horizontais, aportando para o ramo de categoria.
6- Subcausa: Causa potencial que pode contribuir com urna causa específica. São ramificações de uma causa.

O efeito, ou problema é fixo no lado direito do desenho e as influências ou causas maiores são listadas de lado esquerdo.


Etapas de análise:

Definir o efeito: Algumas vezes o efeito é um problema, como "erros em pedidos". Outras vezes é alguma coisa que necessita ser descrita em termos de qualidade, como "desenvolver o melhor treinamento em motivação gerencial".

Gerar idéias: "Brainstorming" é uma maneira de um grupo gerar muitas idéias em um curto espaço de tempo.

Identificar a principal categoria: Baseado na lista de idéias, gerar uma lista de categorias. Reduzir o número de categorias, se algumas são comuns a outras. Verificar se as idéias se ajustam dentro das categorias estabelecidas. O diagrama de causa e efeito não pode ter mais de 5 a 7 categorias.

Avaliar as idéias: A avaliação pode conter a explanação de idéias, o agrupamento das que estão fortemente relacionadas, ou sua eliminação. A avaliação visa àquele que deu a sugestão, porque a idéia agora pertence ao grupo.

Projetar a folha para a coleta de dados: Baseado no diagrama de causa e efeito e nas causas potenciais do problema listado nele projete urna folha de coleta de dados para obter as informações para validar a causa real.

     Os diagramas de causa e efeito identificam apenas causas possíveis, somente os dados indicarão as causas reais. Quando o diagrama de causa e efeito é utilizado para fins de planejamento, concentre a atenção sobre um resultado desejado. A seta principal aponta para o que desejamos que aconteça e as setas menores dos ramos representam vários meios necessários para alcançar o resultado.

Exemplo:
Um diagrama de causa e efeito para as reclamações dos clientes de um restaurante. Se os clientes reclamam que o garçom é rude, deve-se, antes de o gerente tomar qualquer ação, identificar a causa deste comportamento, Neste exemplo. os garçons são rudes porque estão sempre com pressa, e estão sempre com pressa porque atendem muitas mesas. Então. o processo de atendimento das mesas deveria ser o foco da ação do gerente, em vez de advertir os garçons para serem mais educados.






Diagrama de Pareto

Definição
- Corresponde a um gráfico de barras que exibe a contribuição, em termos absoluto e relativo, das várias causas determinantes de uma situação.

Objetivo
- Retratar a estrutura de uma determinada situação dispondo as várias causas em uma escala de freqüência.

Benefício
- Identificar as “poucas causas vitais” dentre as “muitas causas triviais”.

Quando Aplicar o Diagrama de Pareto:

- quando um grupo precisa estreitar o escopo da análise de uma situação.
- quando os recursos são escassos e exige-se uma identificação das áreas prioritárias para intervenção.
- quando se deseja identificar as poucas causas dominantes que maior repercussão têm sobre a situação em análise.
- quando se deseja orientar os esforços de todos para a atuação sobre os pontos que maior impacto terão sobre os resultados.

Exemplo:

Redução do tempo da máquina parada



Categorias de Causa
freq.
% freq
acum
% acum
manutenção corretiva
31
43
31
43
troca de ferramenta
18
25
49
68
carga e descarga
9
12,5
58
80,5
manutenção preventiva
8
11,1
66
91,6
outros
6
8,4
72
100


Folha de Verificação

O objetivo desta ferramenta é gerar um quadro com dados claros,  que facilitem a análise e o tratamento posterior, através de tabelas ou planilhas. Para tanto,  é necessário que os dados obtidos correspondam à necessidade da empresa, como a análise de um processo de corte, por exemplo.
A coleta de dados não segue nenhum padrão pré-estabelecido e pode ser adequada de acordo com as particularidades do processo fabril da sua própria empresa.
O importante é que cada empresa desenvolva o seu formulário de registro de dados que permita quem, além dos dados,  também sejam registrados os responsáveis pelas medições e registros,  quando e como estas medições ocorreram.

Exemplo Prático:

A lista de verificação a seguir serve para levantar e demonstrar as causas de assistência técnica em uma fábrica de móveis de painel com acabamento de superfície e pintura.
Ela mostra o número de vezes que ocorreu algum erro na produção,  em que fase da fabricação houve a falha e revela ainda sua influência sobre o total desperdiçado.
Na hora de coletar os dados,  não esquecer:
a) tenha um objetivo bem definido
b) obtenha contabilidade nas medições
c) registre os dados de forma clara e organizada
Clique para visualizar o exemplo

Conceito de Qualidade


     O dicionário oferece cerca de uma dúzia de definições da palavra "qualidade". Dois deles são de grande importância para os gerentes.
     As características do produto constituem uma dessas definições. Aos olhos dos clientes, quanto melhores as características do produto, mais alta a sua qualidade.
     A ausência de deficiências é outra importante definição de qualidade. Aos olhos dos clientes, quanto menos deficiências, melhor a qualidade.
     Alguns clientes, em especial os consumidores, não reconhecem necessariamente a existência de duas espécies bastantes diversas de qualidade. Essa falta de clareza pode provocar comentários como "Eu conheço quando vejo". Porém, os gerentes precisam reconhecer essa distinção, uma vez que os respectivos impactos são sobre assuntos tão diversos como possibilidade de venda e custos.
  • As características do produto afetam as vendas. No caso desta espécie, a qualidade mais alta normalmente custa mais caro.
  • As deficiências do produto afetam os custo. No caso desta espécie, a qualidade mais alta normalmente custa menos.
     A despeito das diferenças nestas duas espécies de qualidade, seria conveniente contar uma frase simples que as descrevesse em conjunto. Até hoje não houve consenso quanto à adoção dessa frase. A expressão "adequação para o uso" ganhou alguns seguidores, assim, como algumas outras frases. É pouco provável que dois conceitos tão diferentes possam ser abarcados em um frase concisa.
     As definições de qualidade acima não contam com uma aceitação universal. Muitas empresas chegaram a outras definições, que elas consideram consistentes com as necessidades de suas indústrias e com seu próprio dialeto. Suas definições muitas vezes se estendem aos "subconjuntos" - os ingredientes detalhados contidos nas definições amplas. Quanto a esses subconjuntos, os pontos de vista divergem. A figura abaixo classifica os ingredientes mais usuais, para mostrar o quão amplamente eles são incluídos ou excluídos nas definições de qualidade da empresa.
     Não existe possibilidade de adoção de definições universais, a não ser que seja desenvolvido um glossário patrocinado por um organismo reconhecido de padronização.


Amplamente Incluído
Nas Definições de Qualidade
Amplamente Debatido
Amplamente Excluído
Qualidade de serviços:
Características
Desempenho
Competitividade
Pontualidade
Cortesia
Capacidade de processo
Ausência de erros
Conformidade com os padrões e procedimentos
Processos internos (p. e., recrutamento, preparação da folhas de pagamento)
Duração do ciclo
Pontualidade
Ausência de erros
Competitividade
Segurança no local de trabalho
Preço
Custos (além daqueles devidos a deficiências)
Absenteísmo dos funcionários
Responsabilidades especiais: diante dos funcionários e do público (p. ex., o ambiente)
Qualidade de Bens:
Características
Desempenho
Competitividade
“Amistoso com  o usuário”
Segurança do produto
Ausência de falhas no uso
Confiabilidade
Facilidade de manutenção
Disponibilidade de peças de reposição
Durabilidade
Apelo estético
Capacidade do processo
Rendimentos do processo
Custo da má qualidade
Conformidade com especificações, padrões e procedimentos




fonte: A Qualidade desde o Projeto- Juran

Logística

       Técnicas para o tratamento das principais questões envolvendo o transporte, a movimentação, o estoque e o armazenamento de insumos e produtos, visando a redução de custos, a garantia da disponibilidade do produto, bem como o atendimento dos níveis de exigências dos clientes.

2.1.     Gestão da Cadeia de Suprimentos
2.2.     Gestão de Estoques
2.3.     Projeto e Análise de Sistemas Logísticos
2.4.     Logística Empresarial
2.5.     Transporte e Distribuição Física
2.6.     Logística Reversa

         Fonte:ABEPRO

Engenharia de Operações e Processos da Produção


         Projetos, operações e melhorias dos sistemas que criam e entregam os produtos (bens ou serviços) primários da empresa.

1.1.     Gestão de Sistemas de Produção e Operações
1.2.     Planejamento, Programação e Controle da Produção
1.3.     Gestão da Manutenção
1.4.     Projeto de Fábrica e de Instalações Industriais: organização industrial, layout/arranjo físico
1.5.     Processos Produtivos Discretos e Contínuos: procedimentos, métodos e seqüências
1.6.     Engenharia de Métodos

       Fonte:ABEPRO

Educação em Engenharia de Produção


         Universo de inserção da educação superior em engenharia (graduação, pós-graduação, pesquisa e extensão) e suas áreas afins, a partir de uma abordagem sistêmica englobando a gestão dos sistemas educacionais em todos os seus aspectos: a formação de pessoas (corpo docente e técnico administrativo); a organização didático pedagógica, especialmente o projeto pedagógico de curso; as metodologias e os meios de ensino/aprendizagem. Pode-se considerar, pelas características encerradas nesta especialidade como uma "Engenharia Pedagógica", que busca consolidar estas questões, assim como, visa apresentar como resultados concretos das atividades desenvolvidas, alternativas viáveis de organização de cursos para o aprimoramento da atividade docente, campo em que o professor já se envolve intensamente sem encontrar estrutura adequada para o aprofundamento de suas reflexões e investigações.

10.1.      Estudo da Formação do Engenheiro de Produção
10.2.      Estudo do Desenvolvimento e Aplicação da Pesquisa e da Extensão em Engenharia de Produção
10.3.      Estudo da Ética e da Prática Profissional em Engenharia de Produção
10.4.     Práticas Pedagógicas e Avaliação Processo de Ensino-Aprendizagem em Engenharia de Produção
10.5.      Gestão e Avaliação de Sistemas Educacionais de Cursos de Engenharia de Produção

        Fonte:ABEPRO

Engenharia da Sustentabilidade


Planejamento da utilização eficiente dos recursos naturais nos sistemas produtivos diversos, da destinação e tratamento dos resíduos e efluentes destes sistemas, bem como da implantação de sistema de gestão ambiental e responsabilidade social.

9.1.     Gestão Ambiental
9.2.     Sistemas de Gestão Ambiental e Certificação
9.3.     Gestão de Recursos Naturais e Energéticos
9.4.     Gestão de Efluentes e Resíduos Industriais
9.5.     Produção mais Limpa e Ecoeficiência
9.6.     Responsabilidade Social
9.7.     Desenvolvimento Sustentável

     Fonte:ABEPRO

Engenharia de Trabalho


         Projeto, aperfeiçoamento, implantação e avaliação de tarefas, sistemas de trabalho, produtos, ambientes e sistemas para fazê-los compatíveis com as necessidades, habilidades e capacidades das pessoas visando a melhor qualidade e produtividade, preservando a saúde e integridade física. Seus conhecimentos são usados na compreensão das interações entre os humanos e outros elementos de um sistema. Pode-se também afirmar que esta área trata da tecnologia da interface máquina - ambiente - homem - organização.

8.1.     Projeto e Organização do Trabalho
8.2.     Ergonomia
8.3.     Sistemas de Gestão de Higiene e Segurança do Trabalho
8.4.     Gestão de Riscos de Acidentes do Trabalho

     Fonte: ABEPRO

Engenharia Econômica


         Formulação, estimação e avaliação de resultados econômicos para avaliar alternativas para a tomada de decisão, consistindo em um conjunto de técnicas matemáticas que simplificam a comparação econômica.

7.1.     Gestão Econômica
7.2.     Gestão de Custos
7.3.     Gestão de Investimentos
7.4.     Gestão de Riscos
  
      Fonte:ABEPRO

Engenharia Organizacional


         Conjunto de conhecimentos relacionados à gestão das organizações, englobando em seus tópicos o planejamento estratégico e operacional, as estratégias de produção, a gestão empreendedora, a propriedade intelectual, a avaliação de desempenho organizacional, os sistemas de informação e sua gestão e os arranjos produtivos.

6.1.     Gestão Estratégica e Organizacional
6.2.     Gestão de Projetos
6.3.     Gestão do Desempenho Organizacional
6.4.     Gestão da Informação
6.5.     Redes de Empresa
6.6.     Gestão da Inovação
6.7.     Gestão da Tecnologia
6.8.     Gestão do Conhecimento

    Fonte:ABEPRO

Engenharia de Produto


         Conjunto de ferramentas e processos de projeto, planejamento, organização, decisão e execução envolvidas nas atividades estratégicas e operacionais de desenvolvimento de novos produtos, compreendendo desde a concepção até o lançamento do produto e sua retirada do mercado com a participação das diversas áreas funcionais da empresa.

5.1.     Gestão do Desenvolvimento de Produto
5.2.     Processo de Desenvolvimento do Produto
5.3.     Planejamento e Projeto do Produto

    Fonte:ABEPRO

Engenharia da Qualidade


         Planejamento, projeto e controle de sistemas de gestão da qualidade que considerem o gerenciamento por processos, a abordagem factual para a tomada de decisão e a utilização de ferramentas da qualidade.

4.1.     Gestão de Sistemas da Qualidade
4.2.     Planejamento e Controle da Qualidade
4.3.     Normalização, Auditoria e Certificação para a Qualidade
4.4.     Organização Metrológica da Qualidade
4.5.     Confiabilidade de Processos e Produtos

   Fonte:ABEPRO

Pesquisa Operacional


         Resolução de problemas reais envolvendo situações de tomada de decisão, através de modelos matemáticos habitualmente processados computacionalmente. Aplica conceitos e métodos de outras disciplinas científicas na concepção, no planejamento ou na operação de sistemas para atingir seus objetivos. Procura, assim, introduzir elementos de objetividade e racionalidade nos processos de tomada de decisão, sem descuidar dos elementos subjetivos e de enquadramento organizacional que caracterizam os problemas.

3.1.     Modelagem, Simulação e Otimização
3.2.     Programação Matemática
3.3.     Processos Decisórios
3.4.     Processos Estocásticos
3.5.     Teoria dos Jogos
3.6.     Análise de Demanda
3.7.     Inteligência Computacional

  Fonte: Abepro

3.

Pesquisa Operacional

Pode- se definir Pesquisa Operacional como uma ciência aplicada cujo objetivo é a melhoria da performance em organizações. Trabalha através da formalização de modelos matemáticos a serem resolvidos com o auxilio do computador. Abaixo encontram-se os conteúdos das aulas do professor Luis Cláudio. Bons estudos!!

  • Aula 1
  • Aula 2
  • Aula 3 
  • Aula 4
  • Aula 5
  • Aula 6

Engenharia de Métodos e Processos

Abaixo são listadas as aulas do professor em forma de slide:

Métodos estatísticos aplicados à Engenharia

Plano de Conteúdo mínimo
Testes Paramétricos e Não-Paramétricos
Análise de Variância 1
Análise de Variância 2- exercícios
Exercícios resolvidos- ANOVA
Exercícios resolvidos 2- ANOVA
ANOVA- Juan Carlos Lapponi
Lista de exercícios